"Minha doce dor se esconde
Por trás de um sorriso
Comprado, corrompido
Feliz fingido
Penso, dispenso explicações
Não controlo meu super-ego
Impossível entender minha tristeza
Já desisti não existe porquê
Sou apenas mais um alegre deprê"
It's so funny how this part of the song describes me completely, it seems like I have a empty space inside of me.
É como se nada me fizesse sentir inteiramente completa, como tudo fosse nada, e quem se importa com o nada?
"Uma vez li que existem algumas pessoas que nunca se sentem satisfeitas nesse mundo: é como se o mundo não oferecesse a forma que essas pessoas anseiam." (Pedro Marchini)
Acho que me encaixo muito bem na parte de não me sentir satifeita com o mundo, me sinto muito frustada com isso, e desconto esse frustação em quem eu não deveria, e eu sei que não deveria, mas faço isso mesmo assim. Geralmente, acabo magoando as pessoas que eu mais gosto por causa disso, mas no fundo eu não me importo, sou egoísta, só vejo a minha dor e meus problemas.
Talvez eu viva, ou melhor, quero viver, num mundo idealizado, bem longe da realidade crua, em mundo que não existe, um mundo só meu.
E nem adianta me dizer que voce pode mudar seu mundo by following your dreams and changing things around you, because I tried and I fail.
I want to go home soon, and try again to make my world, and follow other dreams, because this one that I've been trying to make real it's only making me sad, sad, sad.
/Nátália Nóbrega
quarta-feira, 7 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
frágeis testemunhas de um crime sem perdão...
quinta-feira, 1 de abril de 2010
pseudo-intelectual.

As suas falsas opiniões, as suas faltas teorias.
Você finge ser um moralista nato, mas a sua hipocrisia supera toda a sua boa face.
Já dizia Nietzsche, "Quem sabe que é profundo busca a clareza. Quem deseja parecer profundo para a multidão procura ser obscuro porque a multidão toma por profundo aquilo cujo o fundo não vê, ela é medrosa... exita em entrar na água".
Sua falsa moral, sua falsa boa conduta, isso me enoja.
Não vou fingir que o seu discurso não me atinge, não vou ser hipócrita.
Mas vou ser sincera quando ao meu ponto de vista, suas palavras não me emocionam e muito menos me tocam.
O sentimento que eu posso expressar diante disso tudo é apenas a "dó".
Quem dera eu, ser livre desse sentimento.
Mas quando vejo pessoas tão baixas que insistem em se rebaixar e insistir em assuntos acabados, tentando fazer de pontos vírgulas, ah, por favor, isso pra mim não passa de uma justificativa para erros.
"Quem muito se explica, mas se complica" minha avó sempre diz isso, e eu concordo com ela.
Suas palavras que tentam humilhar os demais, elas pra mim só transparecem o seu orgulho ferido e a sua tentativa pouco sucedida de dar a volta por cima.
Duas espécies ruins, hipócritas e pseudo-intelectuais, deviam ser exterminados, eu diria.
Se fosse ao meu alcance, faria eu mesma o serviço, o mundo não precisa de tantas palavras vazias, a quem você quer enganar.
Seu discurso de amor e agradecimento é uma mera desculpa pra tentar afetar os demais, que diferente de você, não se importam com a sua opinião.
Como já é praxe, a vocês, falsos moralistas, eu mando o meu abraço.
E um beijo, porque uma ironia as vezes não faz mal.
Dispenso suas desculpas, apenas peço, olhe suas palavras, elas não condizem com as tuas atitudes.
Assinar:
Postagens (Atom)
